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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Fan Page no Facebook e Pinterest

Olá!!! Acabei de criar uma Fanpage no Facebook!
Lá vcs vão poder ver os últimos trabalhos, imagens de making of e outras novidades! Espero vcs por lá, é só dar um curtir!!! https://www.facebook.com/EvelynMullerFotografias
E o Pinterest, vcs conhecem?? Um mundo de imagens pra vcs se deliciarem. Tbm estou por lá! http://pinterest.com/evelynmuller/

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Bobinex | 2012

Fotos do catálogo Bobinex 2012 com estampas criadas por Marcelo Rosenbaum Coleção Origem Fotos Evelyn Müller Prod Zizi Carderari

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Steve McCurry

kuwait, 1991


sri lanka, 1995


india, 1997

kashmir, 1996

india, 1996


 india, 2007

  india, 1983


 india, 1995

 Kashmir, 1996
Mianmar, 1994


"Ao fazer uma análise da linguagem fotográfica, o filósofo francês Roland Barthes (1915 - 1980) identificou dois elementos fundamentais de sua composição. O primeiro - denominado studium - é o conjunto dos objetos enquadrados pela lente da câmera e que são reconhecidos pelas pessoas, a partir da cultura e vivência que elas têm. Assim, se uma foto provoca identificação no espectador é porque os componentes do studium ‘conversaram’ com a bagagem cultural daquela pessoa.
Durante anos, o fotógrafo colaborou com a revista 'National Geographic'
O segundo elemento - chamado de punctum - seria aquilo que ‘salta’da foto e que prende a atenção de quem a vê, ou seja, o ‘tchan’ da imagem. Uma boa fotografia, então, provocaria, ao mesmo tempo, identificação e magnetismo - tendo, bem trabalhados, tanto o studium quanto o punctum. É o que se pode dizer do trabalho do norte-americano Steve McCurry - um dos profissionais mais renomados do mundo da fotografia - e cujas imagens podem ser vistas na exposição gratuita Steve McCurry - alma revelada, que começa hoje no Instituto Tomie Ohtake.
A mostra traz cerca de 100 imagens, tiradas nas andanças de McCurry por países como o Afeganistão, Índia, Paquistão, Nigéria e outros. Apesar de o fotógrafo ter 25 anos de carreira, a maior parte das obras que integram a exibição datam de 2001 em diante. Uma das exceções e também destaque da exposição é o clássico retrato da garota afegã, feito em 1984 e que virou capa da revista National Geographic. Nela, o olhar da menina ‘salta’ da foto e prende a atenção - eis o punctum teorizado por Barthes e executado com maestria por McCurry.
Outro ponto alto é a sequência de imagens dos atentados de 11 de Setembro, em Nova York, composta por cinco fotografias. "Elas não foram concebidas como uma série", conta Paulo Gallina, um dos curadores da exibição. "Mas resolvemos dispô-las lado a lado, justamente para ressaltar o caráter documental da obra de McCurry", complementa.
O fotógrafo, aliás, é conhecido pelo talento em traduzir a cultura de povos variados, por meio de imagens que captam a alma e os hábitos de personagens locais. É assim com a foto de um menino pintado de vermelho na Índia, em 2002, numa festividade religiosa. Acontece o mesmo com as mulheres clicadas durante tempestade de areia no mesmo país, em 1983.
Além de documentarista cultural, McCurry também transformou-se num agente de denúncia dos horrores da guerra. Nos anos 80, fotografou a invasão soviética ao Afeganistão, disfarçando-se de afegão. Por essa cobertura, ganhou a Medalha de Ouro Robert Capa de melhor reportagem fotográfica no exterior.
Mas a mostra não tem só imagens pesadas e (ou) contundentes. A parte bucólica fica a cargo de uma série de 21 imagens, feitas com o último rolo que McCurry tinha de Kodachrome - uma película famosa entre os fotógrafos por sua qualidade cromática e que deixou de ser fabricada com o avanço das tecnologias digitais.
Nessa sequência, juntam-se imagens de cenas urbanas, do ator Robert de Niro, de artistas da Bollywood indiana e até um autorretrato curioso. Nele, vêem-se os pés descalços de McCurry. Ao fundo, a televisão de um quarto de hotel. Uma cena simples e, num primeiro olhar, desprovida de sentido. Mas que mostra McCurry nos bastidores. Enquadrando-se e revelando os pés nus. Uma metáfora para seu caminho solitário." Ana Rita Martins - Jornal da Tarde

A exposição está no Instituto Tomie Ohtake e está maravilhosa. O único porém são as legendas que estão um pouco confusas, mas vale a pena ver!!!

O site dele aqui.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

tapetes J Serrano e Rosenbaum

"A Têxtil J.Serrano é hoje uma das mais avançadas empresas de seu setor em todo o mundo. No Brasil, a J. Serrano tem hoje presença maciça de todas as suas coleções nas mais variadas regiões, representando 50% do mercado de vendas de tapetes para classes C e D. ‘Tapetes Brasileiros’ é a primeira coleção com design e marca agregada no segmento.

Para esse trabalho, a Rosenbaum buscou inspiração na natureza e no artesanato brasileiro, transformando de forma sintética as referências de nossa memória popular em tapetes J.Serrano.
Aqui você vai ver todos os tapetes da linha com as fotos e os textos criados para o catálogo, que também teve direção geral de Marcelo Rosenbaum. Quem assina os textos é Jackson Araujo."

Tirado do site do Rosenbaum. Vale a pena dar uma olhada no catalogo !






Fotos Evelyn Müller

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Cozinhas

Recentemente fiz uma matéria de cozinhas para a Revista Kaza.
Escolhi essas 3 pra colocar no blog!
Prod Gueguela
Assistente Julia Ribeiro

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Vietnã


foto de Huynh Cong Ut

Não resisti.
Hoje vendo os post no Facebook, O Pio Figueroa do Cia de Foto postou uma entrevista que deu para o blog Fotoclube f/508, e um dos videos que tinha na entrevista era da Menina do Vietnam.
Todos alguma vez já viram a foto, e com certeza conseguem sentir a tristeza e dor que a imagem passa. Assistindo ao vídeo que hoje em dia temos acesso, o impacto é maior!
Procurando pela internet encontrei a entrevista feita há alguns anos com a própria Phan Thi Kim Phuc.
Vale a pena ler e ver o filme!



"Ela se transformou no símbolo da Guerra do Vietnã. A foto da menina queimada(veja acima), fugindo nua após seu vilarejo ser devastado pelos americanos, correu o mundo. Hoje, Phan Thi Kim Phuc(foto ao lado) ainda carrega as marcas do bombardeio, mas se esforça para superar o trauma. “Estive no inferno e percebi que, se mantivesse o ódio, nunca sairia dele”, disse a vietnamita em entrevista ao Estado de S.Paulo durante sua passagem por Genebra.

Phan conta que jamais esquecerá o dia 8 de junho de 1972. “Estávamos em casa e, de repente, começamos a ver nossa vila sendo atacada. Corremos para um templo, que depois também foi bombardeado. Decidimos sair correndo. Ao sair, senti meu corpo inteiro queimar, como se estivesse em um forno. Era o napalm, que eu, sinceramente, não tinha ideia do que fosse até aquele momento”, disse Phan, que teve 65% de seu corpo queimado.

Seu vilarejo, Trang Bang, fica no sul do Vietnã, a cerca de 40 quilômetros de Saigon. A bomba foi lançada por soldados do Vietnã do Sul contra tropas norte-vietnamitas. A operação foi coordenada por militares americanos, ainda que Washington jamais tenha admitido seu envolvimento.
Milagre

Em 1972, ela tinha 9 anos. Hoje, aos 45, é casada e mora no Canadá com seus dois filhos. Sua foto, tirada por Huynh Cong Ut, fotógrafo da agência Associated Press, ganhou o Prêmio Pulitzer do ano seguinte e se transformou no símbolo do conflito.
Enquanto a foto corria o mundo, sua vida mudava de forma radical. Após o ataque, ela foi levada para um hospital em Saigon pelo próprio fotógrafo. “Só me lembro que jogava água no meu corpo.”

Quando chegou ao hospital, as enfermeiras disseram que a garota não sobreviveria. “Fiquei 14 meses internada e passei por 17 cirurgias”, diz. A última ocorreu na Alemanha Oriental, em 1984. Mas, nem assim, as marcas desapareceram. “Continuo sentindo muita dor a cada movimento.”

Um ano após o ataque, ela voltou ao vilarejo. “Alguns dias depois, meu pai me trouxe um jornal e me mostrou a foto. Fiquei horrorizada e chorei sem parar por vários dias. Foi naquele momento que comecei a entender o que eu tinha vivido. Além disso, estava muito envergonhada. Não suportava me ver nua em uma foto que o mundo inteiro viu.”

Phan relata que estava vestida com uma roupa leve no momento do ataque, a qual que foi queimada em alguns segundos. “Se estivesse usando uma roupa mais pesada, que levasse mais tempo para queimar, estaria morta. Muitos morreram exatamente desta forma.”

Aos 13 anos, ela foi estudar em Saigon. No regime comunista, obteve a autorização, alguns anos mais tarde, para estudar medicina em Cuba, onde conheceu seu marido. Na viagem de lua-de-mel, o avião fez uma escala no Canadá, de onde o casal nunca mais saiu.

Phan tentou viver no anonimato, mas foi descoberta nos anos 90. “Um dia, estava andando na rua em Toronto e alguém me disse que sabia quem eu era. Foi aí que eu entendi que não poderia mudar o passado, mas que poderia alterar o significado do que ocorreu.”

A vietnamita passou a atuar como ativista de direitos humanos, tornou-se embaixadora da Unesco e criou uma fundação. Até hoje, Phan se lembra com ironia dos comentários do então presidente americano Richard Nixon, que duvidava da autenticidade da foto.

Fonte: O Estado de S.Paulo "

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

São Paulo

Foto Evelyn Müller

Foto Evelyn Müller


Foto Evelyn Müller




Foto Antonio Di Ciommo

Foto Antonio Di Ciommo


Foto Antonio Di Ciommo




Outro dia me ligou uma produtora desesperada querendo saber se eu tinha imagens de Skyline de São Paulo.
Nessas horas um arquivo organizado faz falta.
Não que o meu seja desorganizado, mas a parte dos cromos está deixando muito a desejar ...
Resumindo, tive que fazer uma caça a cromos que eu há muito não via, e foi muito legal! O problema dessas procuras é que acabamos empolgados nas lembranças e o trabalho demora o triplo do tempo!
Mas enfim, achei o que procurava, e para não ficar esquecido, posto aqui algumas!
Aproveito para comemorar o aniversário da minha cidade um pouco atrasado, mas ainda valendo!
Parabéns São Paulo!!!!!

sábado, 16 de outubro de 2010

Pele Preta

Em tempos de censo, a pele preta deve ser declarada e mais do que isso, há de se ter orgulho dela.
As fotos da Maureen Bisilliat que estiveram expostas em São Paulo no Sesi e agora estão em Paraty são MARAVILHOSAS!!!!!
Um olhar que não marginaliza, mas enaltece.
Aqui tem um pouquinho ...








Mais informações, aqui

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