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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Bienal de arte

Visita `a Bienal de Arte de SP ... As linhas da arquitetura me seduzem mais que as obras ... Espaço. Cor.
Os gatos de Alice. Quem és tu??
Abaixo assinado pra acabar com o Inferno
Favos de mel
Fotos Evelyn Müller

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Riqueza de detalhes

"Uma casa contém a sua história, a sua vivência. Não faz sentido sair por ai comprando coisas sem critério." Ari Lyra
Matéria Revista Casa Claudia aqui

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Pedro Varela


 


A essas alusões ficcionais misturam-se prédios que conhecemos de lugares reais: já vi esse em Chicago, aquela cúpula está na Sé, ali a torre de Ontário. Misturados a morros, essas cidades têm todas um certo sotaque carioca: onde mais senão no Rio de Janeiro se vê um castelinho ao lado de uma pedra monumental que parece apoiar o arranha-céu? E assim esses desenhos vão escorrendo de canetas esferográficas e, vivos como uma urbe, não respeitam a fronteira do papel, invadem a parede e zonas de risco como janelas.


O vidro, aliás, é um suporte frequente para experiências de Pedro Varela: olhando de janelas por onde a caneta de Varela passou, podemos ver um castelo flutuar no céu ou plantas exuberantes brotarem do topo de um edifício de concreto. Varela constrói também seus mundos mágicos e fluidos com vinil adesivo colorido sobre papel, vidro, parede, chão ou o que quer que esteja no caminho e queira aderir a urbanização onírica.


AMO <3

Outro suporte que reforça o aspecto onírico do traço de Varela é o tecido esticado em bastidores redondos, que remetem a bolhas prontas para desaparecer  levando embora as paisagens fantásticas. Desde 2008, as cidades de Varela aparecem também tridimensionais, construídas em papel branco, suspensas por fios ou finíssimas palafitas.


Virtuose do desenho e da capacidade de encantamento, Pedro Varela formou-se em gravura pela escola de Belas Artes da UFRJ em 2005 e já expôs em várias galerias do Rio de Janeiro,  México e Chile. Em 2010 participará da exposição coletiva “Gigante pela Própria Natureza” no IVAN (Valencia, Espanha) e de uma individual no Paço das Artes, em São Paulo, como selecionado da Temporada de Projetos.
Paula Braga"



                             Exposição do Pedro Varela na Zipper Galeria. MARAVILHOSO!!!!
Site do Pedro

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Escultura Aventura – Arte que (quase) se move

Alexander Calder, Móbile Amarelo, Preto, Vermelho e Branco, s.d.; Metal pintado

Além de dez esculturas importantes, highlights da coleção do Museu, a exposição é acompanhada por textos que apresentam questões e sugestões de atividades que podem ser realizadas em um ateliê lúdico instalado no local.

Uma visita ao Museu pode ser uma experiência criativa, que vai além da simples observação das obras de arte. É isso que pretende mostrar a exposição Escultura Aventura – Arte que (quase) se move, em cartaz no Museu de Arte Contemporânea da USP a partir do dia 5 de julho. A ideia da curadora Katia Canton, docente do Museu, foi criar uma exposição lúdica pensada para grupos de escolas e famílias -crianças e adultos - que ali podem interagir e complementar seus conhecimentos.

José Carratu, A Mala, 1986/87
Grafite, crayon, aquarela, acrílica, caneta esferográfica e carimbo s/ mala


O título da mostra alude à aventura que o visitante vai encontrar, como uma experiência divertida e curiosa, que envolve o ver (esculturas) e o ler (legendas e textos), presentes na exposição, assim como também o imaginar e o inventar, com o escrever (frases e poemas) e o desenhar (projetos de novas esculturas), usando para isso a mesa-ateliê instalada no próprio espaço.

Ao mesmo tempo em que proporciona essa relação criativa, divertida e íntima com a arte, a exposição também oferece uma coleção das mais importantes esculturas que compõem o acervo do MAC USP. Os visitantes terão a chance de ver de perto obras de Umberto Boccioni, Alexander Calder, Jesús Rafael Soto, Waldemar Cordeiro, Mary Vieira, Franz Weissmann, Barrão, José Carratu e Luiz Hermano.

Luiz Hermano, Pião 1991 ferro 100x60cm


Em comum, as obras despertam a sensação de movimento. “A partir do móbile de Calder, passando por um homem prestes a marchar em Formas Únicas da Continuidade no Espaço, de Umberto Boccioni, chegando numa mala (de José Carratu), numa escada apoiada com carrinhos (de Barrão) e num pião (de Luiz Hermano), o espaço parece querer se mexer”, adianta a curadora.

Exposição: Escultura Aventura – Arte que (quase) se move
Curadoria: Katia Canton
Abertura: 5 de julho
Encerramento: 29 de janeiro de 2012
Funcionamento: terças e quintas das 10 às 20; quartas, sextas, sábados, domingos e feriados das 10 às 18 horas. Fechado às segundas.

Local: MAC USP Cidade Universitária, rua da Praça do Relógio, 160 - São Paulo - SP - Brasil
Telefone: 11 3091.3039
Educativo: 11 3091.3328
Entrada franca

domingo, 3 de julho de 2011

Julia Margaret Cameron

The Dream, 1869, Albumen print from wet collodion-on-glass negative, Museum no. Ph 937-1913, Presented by Alan. S. Cole, 1913.

'My Aspirations are to ennoble Photography and to secure for it the character and uses of High Art by combining the real and Ideal and sacrificing nothing of the Truth by all possible devotion to Poetry and beauty.' - Julia Margaret Cameron to Sir John Herschel, 31 December, 1864

Pre-Raphaelite study, 1870 (May Prinsep)

Hatty Campbell

Julia Jackson -1867

The red and white roses, 1865 (Presented by the Edinburgh Photographic Society, 1987)

Kiss of Peace (coleção de Hochberg-Mattis), 1869

Cameron nasceu em Calcutá em 1815 e embora educada na França mudou-se para Índia em 1834 com dezenove anos. Em 1848 ela e seu marido mudaram-se para Inglaterra. Cameron fazia parte de uma família grande, sendo a quarta de dez crianças.

Sua carreira como fotógrafa começou em 1863, ela tinha então 48 anos, e seu marido estava ausente em um desengate. Para amenizar a solidão, sua filha (segundo outras fontes, uma irmã) deu-lhe uma câmera fotográfica. Cameron começou a fotografar todos que via. Por causa da novidade da fotografia como uma prática, estava livre fazê-la independente de regras, não se limitando a convenções. Os tipos das imagens que estavam sendo feitas naquela época não interessaram a Cameron, mais concentrada em capturar um outro tipo da verdade fotográfica, não dependente da exatidão, do detalhe afiado, mas que descrevesse o estado emocional de seu modelo.

Cameron trabalhou com negativos grandes em placas de vidro e por conta disso, suas imagens requeriam que os modelos fossem expostos à câmera por períodos de tempo longos. Como isto era difícil de conseguir, suas imagens freqüentemente saíam com áreas desfocadas. Agradavam-lhe os retratos macios de foco e as marcas de raia em seus negativos, assim escolheu assumir estas irregularidades em suas imagens. Embora a suas fotografias faltasse a agudeza que outros fotógrafos aspiravam naquele tempo, a estes sucedeu divulgar a aura emocional e espiritual dos modelos de Cameron. Sua ambição como fotógrafa era fixar o caráter e os usos da arte elevada combinando real e ideal, e não sacrificando nada da verdade por toda a devoção possível à poesia e à beleza.

Em 1873 Cameron enviou a sua irmã Maria (Mia) Jackson um álbum de foto parcialmente vazio, pedindo a ela que colaborasse com seu projeto nos anos que seguissem adicionando imagens, que lhe enviaria, nos lugares e na seqüência que descrevera. A primeira metade do álbum continha fotografias e os retratos Cameron fizera de seus família e amigos. A metade final continha imagens por contemporâneos de Cameron como Oscar Gustave Rejlander e Lewis Caroll, bem como fotografias de numerosas pinturas e desenhos. Embora Cameron fosse vista como uma fotógrafa não convencional e experimental, suas imagens têm lugar na historia da fotografia, seus álbuns de família são reconhecidos não somente como originais de uma história de família, mas fornecem também introspecções da sociedade de Vitoriana. Suas fotografias passaram muito tempo esquecidas, até que foram recuperadas por Alfred Stieglitz.

A maioria das fotografias de Cameron são retratos, nos quais usou membros de sua família como modelos. Estava interessada em dar a conhecer sua beleza natural, pedindo freqüentemente aos modelos femininos que deixassem os cabelos soltos para mostrá-los de uma maneira que não estiveram acostumados a se apresentar. Além de fazer retratos evocativos dos assuntos masculinos e femininos, Cameron também encenou quadros, para os quais fez posarem modelos em situações que simulavam pinturas alegóricas.

O álbum de Mia continha ambos os tipos de imagens e suas fotografias mais famosas, nas quais se inclui “O Beijo da Paz”, um retrato de uma mãe e da criança baseada na história religiosa da Visitação*. Na fotografia a criança olha para baixo, enquanto os lábios da mãe descansam ocasionalmente em sua testa. Esta é uma imagem calma, em que se projeta o amor maternal. A maioria das fotografias de Cameron possui uma sensibilidade espiritual, são calmas e românticas, de clima lúgubre e contemplativo. Se nota em todas elas uma profunda influência da pintura pré-rafaelista, especialmente em sus obras religiosas, poéticas ou mitológicas. Ela não fotografava ações ou se importava muito com os fundos.

* No texto original: “gospel story of the Visitation”.

aqui tem um vasto material sobre ela e seu metodo de trabalho.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Lulinha de pelucia



Talvez esta obra represente o lugar mais seguro para o Presidente e para nós brasileiros ... Trancado numa caixa.

Sobre a obra “Lulinha de pelúcia”:

O presidente Lula pediu ao artista um exemplar do boneco opositor, mas o artista, opositor ferrenho do presidente se recusou a dar o presente a Lula, porque criou o boneco exatamente, por odiar o presidente. Depois o artista acabou cedendo e doando um exemplar também ao próprio Lula. A primeira-dama, Marisa da Silva, declarou à imprensa dormir com a réplica enquanto o marido viaja.

Sobre o artista Raul Mourão:
Nasceu no Rio de Janeiro e estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Sua obra abrange a produção de desenhos, esculturas, vídeos, fotografias, textos, instalações e peformances. Suas peças, construídas com diversos materiais, desenvolvem um vocabulário plástico com elementos da visualidade urbana deslocados de seu contexto usual. Entre eles há referências ao esporte, à arquitetura, aos botequins e à sinalização de obras públicas.

Aqui, galeria de fotos das obras.

Aqui, o blog do Raul Mourão

Aqui, materia da Veja falando da exposição dos bonecos na galeria LURIXS no Rio de Janeiro.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Instituto Moreira Salles


Menos arte no Centro
Instituto Moreira Salles anuncia encerramento das atividades em BH. Espaço na Praça Sete mantinha, há mais de 10 anos, programação de ponta em artes plásticas e literatura (por Simone de Castro, no divirta-se) O link da notícia completa está no título.

Notícia triste!!!
Estive em BH semana passada e não tive tempo de dar uma passada lá e nem no Casa Fiat de Cultura que está com uma exposição incrível do Chagall. Por isso mais triste fiquei ...

e vcs que estão ou vão a BH:

NÃO DEIXEM DE VER CHAGALL E VER A EXPOSIÇAO DE ALECIO DE ANDRADE NO INSTITUTO MOREIRA SALLES.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Exposição de Anni e Josef Albers



Dica de Exposição:
"Anni e Josef Albers - Viagens pela América Latina"

"Anni e Josef Albers - Viagens pela América Latina" é uma retrospectiva com 230 trabalhos do artista alemão e de sua mulher, em cartaz na Pinacoteca do Estado, com curadoria de Brenda Danilowitz. A mostra enfatiza a importância da arte pré-colombiana na trajetória de Albers e de sua mulher, Anni, famosa por suas tecelagens. O casal fez frequentes viagens ao México, Peru, Chile e Cuba entre 1934 e 1957, o que resultou em uma influência forte no trabalho dos dois. Aberta até 08 de março.

De terça a domingo, das 10h às 18h, na Pinacoteca do Estado (Praça da Luz, 2. Tel. 3324-1000). Ingressos: R$ 4; Aos sábados, entrada franca.

Dica dada pelo arquiteto Joel Mendes. Obrigada Joel e um beijo!

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